As mulheres e o aborto.
As mulheres dos grotões são as matrizes da raça brasileira, esta ainda em formação. Esta etnia será por certo a grande bandeira desta Pátria até então cooptada, pelas classes ditas da elite brasileiras. Toda a discriminação ao longo dos anos, foram resultados trazidos de além mar por ditos representantes dos povos com caracteres próprios, mas estes foram em sua maioria enxotados de seus Países como degradados, isto é uma facção desprezível em formação. Então a elite brasileira é simplesmente uma mescla de gente de uma classe indesejada em suas origens, ainda assim com raras e honrosas exceções. Estes ramos de algumas famílias, que vão além de uma exclusão social de além mar, mas todos com a vontade de vencer e lutar pela nova Pátria a qual foi acolhida ou aceita, isto é em busca da esperança por dias melhores.
Agora a elite feminista que tem o poder da mídia junto a este corporativismo, em busca de espaços políticos infestados e contagiantes de corrupção, com mal feitores de todos os seguimentos possíveis e conhecidos, além dos desconhecidos, não tem moral para orientar a mulher brasileira com a prática do aborto. Esta mulher brasileira dos grotões tem é que povoar o País com brasileiros, da miscigenação a liberdade da plebe, da miscigenação a liberdade da Pátria e com o conteúdo de suas culturas integradas para a consolidação de uma estrutura capaz de cumprir seu papel constitucional de Norte a Sul do Brasil. Isto é a tal integração Nacional com as suas várias etnias e princípios culturais e de costumes, viabilizando com isto uma Nação com seus laços de liberdade próprios de uma civilização que condiz com as suas raízes e com profundidade mesmo que recentes de cunho espiritual e intelectual, baseado em gerações geradas na própria comunidade nacional.
A liberdade de escolha vem junto com o saber, este tem o início na Escola, esta sendo obrigação constitucional da Nação, para todos com idade escolar, até alcançar os mais altos degraus dos cursos para o saber, e este para a formação do ser cidadão e para a sua profissão. O saber que determinará a mulher integrada em sua família para decidir com a responsabilidade que caberá diante do saber, este em consideração com a vida, se pode ou não controlar seu organismo, mas jamais impedir a vida de seu futuro rebento. Se a mulher vive, devido ao sucesso de consciência de sua mãe, como poderá renunciar a vida de quem não poderia ainda após a concepção se defender, em vida no seu ventre. Quando a ciência prova que este feto quando agredido, ele é consciente do fato, já sofrem em seus primeiros momentos as dores e aflições de sua aprovação ou aceite no ambiente e na sociedade familiar, mesmo isolado ao ventre de sua mãe, são as percepções em formação. Se existe vida existe a dor, só o amor acolhe a inocência e a dependência de um simples feto, mas valioso este como todos os são, diante da esperança que toda a criança representa para a convivência natural e humana para um mundo ainda em fase de construção psíquica e espiritual.
Os princípios de todos os seguimentos deveriam respeitar a vida, para serem dignos de uma sociedade em formação como a brasileira, e respeitarem a mulher, e dar-lhes o apoio necessário, elas são o maior instrumento de paz, e por certo, o alicerce de uma sociedade que preze pela família e a coletividade.
Estas criaturas, a mulher, que gera em nove meses uma outra criatura de Deus, que sempre representam esperança e o amor, são algo sagrado, e sua função de preservação do ser humano e a contínua proliferação é uma função divina perante Deus, perante a Natureza e perante a organização social e política das organizações humanas. E assim o respeito à humanidade passa em síntese e com conceitos claros uma obrigação e uma consideração singela pela valorização desta mulher, Mãe ou não, mas diante desta função de ser a maior para a sustentação da criação, deste instrumento que é de amor, solidariedade unidade e concepção da vida permanentemente.
“ Assim fez o Criador”. Alegrete, 7 de março de 2012.
Francisco Berta Canibal.
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