Colônia; ou há uma mudança? Em busca da liderança.
Brasil poderá ter mais Estados e Territórios, cuja maioria destas propostas, contempla a Região Norte.
O poder político e de representação do Rio Grande do Sul, continua tendo um enfraquecimento em sua representação, e é um agravante diante da criação destas novas unidades federativas, e isto repercute mal, e agrava esta prática gaúcha de inércia política, incluindo os planejamentos, e assim conseqüentemente aflora falta inconteste das liberdades, tão sonhadas pelas lutas das causas farroupilhas.
Tramita na Câmara Federal, já aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, quarta-feira 04 de maio Projeto de Lei 6316/09, proposta que autoriza a instalação de lojas francas (free shops) em cidades caracterizadas como gêmeas, na linha de fronteira do Brasil. São contempladas no Brasil 28 cidades, entre elas, no Rio Grande do Sul 10, estas unidas pela causa. Algumas outras proposições acompanham este projeto de lei, que inclui as cidades ao largo das estradas federais, na Faixa de Fronteira do nosso País, estas desunidas pela causa em pauta, ao menos é o que transparece na imprensa.
Com estas duas notícias, é de se avaliar, quanto é dinâmico neste momento o fortalecimento das relações tanto para os investimentos como de integração política e comercial, entre o Brasil e os países limítrofes, e inseridos no Mercosul. Para isto, as autoridades dos Municípios em causa deveriam tomar posições, pois as conseqüências destas proposições poderão ser de resultados maléficos, a alguns municípios. Eis as preocupações, neste momento raro de extensão e tanto de integração, no campo diplomático, assim como , industrial e comercial, para o desenvolvimento dos locais incluídos nestas propaladas propostas, se concretizando os bons resultados, poderão ser possíveis, se bem regulamentados, e com os objetivos propostos com bons rateios, ao contexto social.
Por outro lado, os tratados de livre comercio, deveriam prever na área agrícola, as áreas a serem plantadas, e as previsões de colheitas, pois estes países parceiros do Mercosul, estão com toda a sua produção tanto agrícola como industrial, de olho no festejado mercado brasileiro de consumo em alta, afirmação do anterior e do atual Governo Federal, do nosso País. Esta prática é costume aos países do Mercado Comum Europeu, tratarem de comum acordo sobre as plantações e colheitas com responsabilidades mútuas, para evitar distorções de mercado e conseqüentemente, prejuízos aos produtores e aos governos.
O dinamismo em investimentos, é de extrema validade para as populações carentes da América do Sul, pois esta integração industrial como a do Paraguai, com o Paraná, propiciará ao investidor do Paraná a oportunidade de investir R$ 1 bilhão no vizinho País nos próximos anos, pois o Governo deste , incentiva seu parque industrial, criando empregos a brasileiros e paraguaios, e apresenta somente no setor de avicultura, uma diferença de custos, a menor, de aproximadamente trinta por cento. Isto apesar de antagônico ao problema fundiário. Esta industrialização do vizinho País propiciará um ganho adicional ao Estado do Paraná, entre vários serviços, e principalmente para a logística. Estes vão além dos tratados possíveis, dentre os interesses limítrofes.
São os planejamentos como consenso de ideologias do mesmo partido, e procedimentos, na área Federal, como na área Estadual, as quais integram as relações entre os países da América do Sul, de esquerda, sinaliza isto o Fórum de São Paulo. É de não se acreditar, mas os delírios situacionistas prometem, mas até cumprirem, vai mais crise do que progresso e realizações. Assim os Prefeitos de Municípios como os nossos Alegrete, Rosário do Sul, Manoel Viana e São Francisco entre outros menores, devem ter o “norte” de suas administrações, relativo a estas campanhas eleitorais vitoriosas e com harmonias únicas. Pois estes procedimentos são para benefício de seus governados ou não? Assim procede para bem, o governante eleito, com o que foi dito e argumentado, o que é clarividente. Argumentando que relações internacionais podem pesar no desenvolvimento local, assim para isto temos que ter a visão dos movimentos de tratados multilaterais, aos quais muitas vezes não temos o mínimo conhecimento, principalmente a administração pública local. Somente os laços ideológicos, podem favorecer os municípios em causa, desta questão, como em outras menos relevantes. E assim por certo efetivaram e afirmaram os governantes, há poucos dias, e assim procuram-se, aos locais a serem contemplados, neste contexto, proveitos econômicos e sociais, me parece esta postura lógica, regional, municipal. Os parceiros estrangeiros, e os nossos governantes, não revelam todos os seus procedimentos diante dos tratados, assim já fomos prejudicados anteriormente no setor pecuário, no passado. Comenta-se que; “esta praga dita que persiste.” Assim hoje somos prejudicados na prospera e técnica lavoura de arroz, pois esta crise ao qual estamos seriamente comprometidos e inseridos com muita gravidade, pois esta é a atividade econômica principal em nossa Região , podendo até ficar esta sem solvência a curto prazo.
A prioridade no setor industrial é a implantação das ZPEx, esta é prioridade conforme debate no Parlamento Nacional, para os Estados e seus municípios de fronteira na Região Norte do Brasil; Acre, Roraima e Amapá, e estes são contemplados pelo Mercosul, e este é de constantes argumentos de impropriedades ditas, tratadas contra os interesses do Rio Grande do Sul, principalmente no setor arrozeiro, e poderá ser no industrial e comercial, se os nossos governantes ficarem a contemplar os acontecimentos oficiais sem suas próprias e práticas atuações, até aqui inóspitas, quanto a este setor, também.
“É o preço de deixar de ser Colônia, e avançar e seguir, para a condição de investidor dos espaços periféricos, pois o Brasil é o maior mercado do contexto Sul Americano, e busca a liderança política da Região. Isto é realidade Nacional. Agora no fadado Municipalismo, por ventura; - ou é mesmo isto tudo motivo e causa singular de relapsos procedimentos de pequenas assessorias em questões, relativas, sem as devidas responsabilidades legais, operacionais e constitucionais.” Questiono. “ Atuações de representações pífias, não levam a nada, e nisto estamos atolados.”
Em 29 de maio de 2011, revisado 1/09/2011.
Em 23 de março de 2012.
Pela Liberdade do Brasil
Francisco Berta Canibal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário