Irrigação.
A verdadeira riqueza do RS está, contida, em um grande projeto de irrigação. A Professora Yeda Crusius quando Governadora criou a Secretaria de Irrigação, e seu titular foi Rogério Porto. Este tem todo o conhecimento necessário para implantação deste importante programa, com um estudo elaborado há vários anos. Quando a agricultura brasileira é debatida juntamente com o C. F. sendo este criado por lei em 1934, esta elaborada por Assis Brasil, quando Ministro da Agricultura , como cidadão e líder o ministro era por certo um dos poucos brasileiros que tinha profundo conhecimento dos resultados positivos e negativos da atividade rural, em todo o Mundo. Estamos hoje, com um dos maiores problemas sociais, que se agrava a cada dia e a cada ano pós safras, que é o endividamento e o empobrecimento dos agricultores e pecuaristas neste País. Uma das razões fora outras tantas, que é o fator climático. A respeito das medidas governamentais mediante o quadro de seca, neste momento, bem demonstra como agem na ocasião do caos as autoridades, aproveitam para alavancarem valores direcionados para outras instâncias governamentais, atos e ações paliativas. O quadro de seca favorece para a maioria quando governa, como agora, em nome do Estado, futuros sufrágios em eleições, serão outorgados, por socorrerem famílias nesta atividade nobre que é a alimentação da população de um País, ainda mais o nosso, dito e havido como em franca e progressiva riqueza, superando países do primeiro mundo. Contornam os momentos de dificuldade, usando o Estado, que é obrigação deste, como ação de governo em mandato de quatro anos, em busca de reeleição, ficando a seca como instrumento de “coronéis”, para o poder político de grupos ditos havidos na História como humanitários em troca do poder permanente e discriminatório. A seca no RS, está se transformando em um instrumento de poder. A Governadora e Professora Yeda, simplesmente começou um processo ao qual estava praticamente consolidado, faltando algumas atualizações dado o aproveitamento de uma tecnologia atualizada sobre aparatos para tal operação de irrigação particular ou coletiva. Bem nosso Estado está praticamente a mercê dos descalabros cometidos ao longo dos anos com as terras e as águas disponíveis para o esplendor de um País em busca do bem estar social, econômico e cultural em benefício de toda a população. Hoje temos um número crescente demográfico, a nível de País, que por certo se estabilizará em 230 milhões de habitantes, em 2030 segundo alguns estudos de especialistas. Assim quando se pesquisa, em busca de um passado já longínquo, se pode compreender a falta de cuidado com os recursos naturais, segundo Alberto Torres, em livro de sua autoria publicado em 1915; O Problema Nacional Brasileiro; naquele tempo já se considerava, os solos agricultáveis esgotados. Assim com esta visão de não acolher este projeto de Rogério Porto, pelo atual Governo do Estado, é o mesmo que dar as costas para os interesses do Rio Grande do Sul, em todos os recantos de seu território. As águas é que garante a vida e a riqueza dos territórios, isto antes da agricultura e da pecuária. Ali estavam florestas, ali estavam vertentes, rios, riachos, matas ciliares, e a fauna intacta por que esta é que semeia a biodiversidade natural, como em nosso, e em outros territórios pelo Mundo afora. Voltar atrás, ao projeto, sobre irrigação é colocar o Rio Grande do Sul, de joelhos diante de sua própria população. Estes investimentos só podem ter sucesso, mediante apoio incondicional do Governador, por que a independência da indústria gaúcha e o comércio, bem como outros segmentos e setores econômicos e sociais, está vinculada aos sucessos constantes da agricultura e da pecuária. A navegabilidade dos Rios em nosso Estado , os projetos estão publicados para serem colocados em execução, diante dos problemas logísticos e da viabilidade destes junto aos investimentos de leitos de rios para a navegação, com reclusas e barragens e estas para irrigação e acumulação como controle dos níveis de água. Assim como o projeto de 1930, no Rio Tennessee nos EEUU da América, dentro do programa New Del. Acreditar, nas potencialidades naturais do nosso Estado, e dar condições com técnicas atuais e conhecimento, juntamente com uma estrutura, viária de todos os seguimentos de logística e energia, é o esplendor do Estado e do fim definitivo do êxodo rural, e do fim do déficit dos balanços anuais da administração pública no Estado dos gaúchos, revivendo os anos do Dr. Carlos Barbosa. Este cuja administração tinha 28% de superávit. Naquele momento de 1909, a 1913 o Rio Grande tinha suas vias navegáveis, seus Rios intactos, e ainda com a vertente de um sonho de soberania. Agora dependendo até dos bons e maus dias isto é a atividade rural com técnica e projetos definidos e conhecidos continua, lançada à sorte. Deus por certo guardou para nós, os bons dias. Infelizmente a população sofre com os dias aos quais são os resultados das pessoas narcisistas do agir com instintos maléficos, resultados das ambições pessoais e grupais dos que não querem o bem deste Povo, que sempre foi de lutas e de coragem que colonizou e desbravou o Estado e o País. A irrigação é a redenção da agricultura e da pecuária do Rio Grande do Sul. 2/02/2011.
08 de março de 2011.
Francisco Berta CANIBAL.
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