Lixões.
As estruturas públicas pífias, que não são condizentes com os discursos eleitoreiros salvadores da Pátria, dos gestores eleitos, se perpetuam. “O governo federal, e as letras minúsculas já dizem tudo,” “pt e seus aliados”, querem convencer a sociedade de ser uma mera consumidora de quinquilharias, importadas. A campanha eleitoral foi embasada nesta tese do consumo, e no surgimento de uma leva de quarenta milhões de novos consumidores. Está aí uma das causas da crise industrial atual no País. Com isto o aumento do volume de lixo é progressivo e geométrico, caberia ao tal governo antes de levar a sociedade para o delírio dos gastos financiados e com lucros acumulados, nos tesouros oficiais e nos balanços dos Bancos, de ter um programa estrutural para reciclagem do lixo e aproveitamento do orgânico, uma das partes mais ricas deste lixo. Isto é tão primário, que demonstra a falta de planejamento e boa intenção de um governo dito democrata, humanitário e sério. Tenta demonstrar preocupação com o desemprego, e não condizem suas ações com os princípios de solidariedade que é necessário com esta classe de catadores. Mais uma piada do século XXI, neste território descoberto há seis séculos, e ainda não civilizado, onde impera a incoerência e o infortúnio, que são os maiores, superando em muito a ordem constitucional, principalmente nas hostes públicas. Requer para acabar com isto uma ação prodigiosa e concreta da sociedade do Brasil. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal. 21 de março de 2012.
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