A retórica da democracia.
Os discursos no Senado, como os da Câmara, demonstram aos poucos o desmonte do Governo Federal.
As críticas da oposição são rebatidas, com a maior tranqüilidade pelos defensores, asseclas, do Executivo, sem a menor cerimônia, e nas entrelinhas confessam, que são como os outros governos do passado, corruptos, e que estão a processar os próprios companheiros, quando envolvidos com corrupção. Com isto existe uma corrupção instalada, no governo do PT, o partido da inquisição política brasileira, os santos das periferias e das orlas degradadas das muitas e mal contadas histórias desta ultrajada Pátria.
Nos últimos dias, discursos e declarações deixam evidências que o Congresso Nacional, não respeita em conjunto, e principalmente os líderes, os direitos e obrigações dos que individualmente querem exercer, tanto o direito de protestar como de falar, ou mudar algo proposto. A mudança de alguns fracos, de um lado para outro em momentos de decisões preciosas aos interesses do Povo, são antagônicos de um momento ao outro, fica-se a pensar no que não deveria se pensar diante da ditadura imposta via urna eletrônica, compra de votos em larga escala, e referendo do desarmamento (...).
Abortaram a democracia proposta após ditadura, sendo esta o modelo imposto diante desta retórica da democracia, dita a mais libertária do Mundo, como se alguém que conheça um pouco de tudo e uma seqüela da História da República deste País, seria capaz de trair os seus próprios conhecimentos, acreditando nisto tudo que está aí; a não ser um idiota.
Da tribuna da Câmara, se escuta um determinado deputado da oposição declarar em alto bom tom que a tal comissão de analise das medidas provisórias, não se reuni e nunca se reuniu, vai a plenário sem o parecer desta comissão, a tal MP, esta que é herança desta e de outras ditaduras, que se tem notícia. Isto é cabresto, é falta de iniciativa parlamentar democrática de direito público e representação; função dos deputados. Ou o braço invisível da ditadura instalada não deixa a tal comissão exercer o seu papel.
Quanto ao Código Florestal, por uma questão de falta de iniciativa dos representantes da atividade primária deste País, dito regido pelas leis da democracia, não se manifestam. Estas instituições estão inaptas, e deveriam agir com alguma convicção e firmeza por que representam esta classe que são os proprietários de terras. Estes pagarão uma conta de séculos e perderão áreas que até então eram garantidas pelo direito de propriedade. A pobre Nação está atada e desconcertada, sem representantes capazes de convencer, a qualquer lúcido que isto poderia ser chamado de democracia e liberdade constitucional e legítima. Estamos afundados num mar de lama, e de restrições aos direitos constitucionais até aqui ditos como garantidos.
“ A pobre Nação, tem muito ainda que pagar, as razões do lobo, desta alcatéia faminta, não são palavras de hoje, isto foi dito a mais de sessenta anos e assim a devorar tudo que está a seu alcance, esta canalha se aproveita dos poucos honestos e que lutam pela dignidade do Povo Brasileiro no Parlamento, e os anula, e se deleita a dar ordens e contra ordens a favor do obscuro status desta mesma canalha intocável e perversas, contra os honestos os sinceros, e mais ainda contra a vida e as famílias brasileiras.”
Em 16 de março de 2012.
Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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