terça-feira, 27 de março de 2012

Cidades Fronteiriças.

                                                                       Cidades Fronteiriças.

                                                                        A municipalidade é o maior argumento democrático e justo, para exercer-se a cidadania. No momento em que um representante dos governos municipais declara que falta um diálogo dos prefeitos destas cidades e municípios fronteiriços com o governo federal, questiona-se a representação histórica e não só a atual destas comarcas, perante as suas responsabilidades.

                                                                       Há muito tempo se questiona o abandono do oeste do País, com seus 588 municípios, estando estes a deriva enquanto o governo federal, durante anos ininterruptos investiu e investe, no litoral e no centro do País.

                                                                       A base das comunidades são os municípios, o cidadão eleitor e que paga seus impostos vive nas cidades e na área rural de seu município. Este princípio de que a eleição mais importante é do município isto é tema de escola primária política ou do estudo fundamental. Mas as autoridades custaram a se darem conta das suas omissões e dos prejuízos causados aos habitantes desta dita Faixa de Fronteira, a qual foi criada pela segurança do País. A incoerência na administração pública brasileira, é de um anacronismo patogênico, que pode causar neste caso de municípios do oeste do País, seu extermínio, abandono ou até ser sucumbido dado as últimas emancipações pela velha matriz municipal.

                                                                       A bem da verdade antes tarde do que nunca, a criação da Frente Parlamentar Mista das Faixas de Fronteira, poderá resgatar os erros históricos e as injustiças praticadas até aqui, diante dos tempos remotos como causas, e de conflitos, já se pagou caro por este quadro avassalador das irresponsabilidades das administrações públicas do País.

                                                                       Conforme notícias que são divulgadas, e muitas não a são, por interesses maléficos e ilegais, estes costumes paralelos são todos favorecidos pelo descaso das autoridades das ditas Faixas de Fronteira, que foram criadas justamente para serem policiadas e com isto foram levadas à estagnação econômica e financeira. Com isto até os procedimentos econômicos e sociais ficaram ao largo a mercê dos costumes antigos, e ficando estas áreas sem acesso a tecnologias, infra-estrutura e, consequentemente sem a representação privada dos seguimentos econômicos, sociais e públicos.

                                                                        Se a carência do desenvolvimento, destas regiões, for colocada de acordo com os reais procedimentos e omissões até aqui, não terá governo federal, e estadual que suportará e ser conivente com esta situação até aqui criada. Este abandono, desprezo e de incoerência política e democrática, tanto discutida e debatida nas hostes dos designados políticos que representam as ansiedades populares e empresárias deste magnífico e rico País, não poderá continuar, principalmente diante desta representação que, neste momento se vale do poder que agora se sentem possuir de resgatar a injustiça até aqui praticada.

                                                                       Todas as representações civis e políticas destas Regiões do País deveriam ter uma atenção especial diante das suas origens municipais. A cultura local e a literatura brasileira, são um dos pilares para isto, mas a pobre Nação foi atirada em um precipício de conhecimentos e de desconfortos ao saber, a mais de cinqüenta anos, que nenhum déspota por maior que o seja poderia agüentar e aceitar.

                                                                      Mas por certos as próximas gerações terão mais responsabilidades do que esta que é a minha, inquieta e de pouca sabedoria e de ideais confusos ,que confundem a liberdade, a felicidade com o ter, e não com o ser..”

                                 Em 27 de março de 2012. Pela Liberdade do Brasil.

                                Francisco Berta Canibal.
                
                                                                    

                                                                      

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