Da crise e da resistência.
Não existe resistência ilimitada para uma crise instalada de convenção universal como esta a qual estamos hoje a conviver. Ainda mais esta com baixos índices econômicos e financeiros, locais, comparados á outros países emergentes. Assim estamos rumando para uma forte estagnação econômica. A sociedade que sonha com o bem-estar-social para todos, não deve e nem pode conviver com altos e baixos índices diversos.. A sustentabilidade do crescimento econômico do Brasil deve ser de 3% e 4%, do PIB, como o ideal, para se evitar erros profundos e períodos de desestabilização. Assim como este que estamos, hoje, a sofrer e com acentuado infortúnio de um sem rumo.
As declarações da Presidente, quanto a resistência a crise está emblemática na desindustrialização do País, entre outros problemas crônicos. É por certo uma questão de ponto de vista, mas não é o seu compromisso de campanha eleitoral, cujo discurso colocava na ocasião o País, além dos fatos e atos dos incompetentes administradores dos países desenvolvidos e considerados culpados da crise hoje instalada. Transparecem hoje os falsos discursos de campanha, aos quais se sabia da não possibilidade de serem assumidos, e cumpridos, dado a conjuntura internacional, projetada e instalada.
Como a irresponsabilidade administrativa tomou conta da gestão pública neste País, não é de se admirar que amanhã ou depois a Presidência da República, venha a ter a pretensão de declarar a culpa da crise interna ao Povo Brasileiro, que acreditou neste governo de relapsos e falsos brasileiros acostumados a qualquer tipo de serviço. Estamos diante do desmonte da base de sustentação deste “micro governo” de falsos ideais. Considerando, ainda bem que a consciência está falando mais alto do que a postura de cada político que representa o Povo nas plenárias do Congresso Nacional, podendo com isto considerar o alerta desta própria representação. Infiltra-se pelos descaminhos da República o alarde que vem das ruas, das instituições patronais e de empregados, de que a inflação descontrolada, a política cambial sem soluções, e que a jogada ilusionista de seriedade do governo federal nestas condições é uma farsa, que vem a cada dia desestabilizar mais a política no País.
“ pode-se acreditar diante de alguns momentos de ingenuidades, e somente por algum momento, em quem não demonstra conhecimentos plausíveis das realidades destes momentos em que se passam ao longo dos dias em que se vive e convive. Almejam as responsabilidades e suas representações, civis, com suas instituições e com a esperança de dias melhores, para as crianças, mulheres e pessoas que precisam ter a dignidade humana ao menos em suas necessidades básicas. A prole brasileira está acima dos desmandos e dos interesses medíocres de ditos responsáveis e práticos, que se apresentam ao público sistematicamente somente defendendo seus ideais particulares, em nome do atual desgoverno ao qual participam, e demonstram mediocridade, tanto intelectuais, práticos e insensíveis as causas republicanas. O tempo determinará o dia do basta.”
26 de março de 2012. Pela Liberdade do Brasil.
Francisco Berta Canibal.
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