As Mulheres; e o dia 8 de março.
Na aurora da vida do ser humano, quem o acolhe é uma sagrada mulher, sua Mãe. Assim é a vida, perante a divindade. Infelizmente hoje os conceitos ainda confundem a mulher, com a cultura materialista, que foi levada e mergulhada, ainda mais, neste momento crucial da história, a humanidade.
Estamos diante, de uma era de valores toscos, mas a magnitude da vida, e do amor, está designada pelos votos sagrados que foram entregue a Mulher. Com ela e para a Família e determinada sua função para ser companheira do Homem, assim fez o Criador. Quem poderá contestar isto diante da realidade, quando mais que nunca as forças materialistas colocam esta Mulher Mãe, perante uma das mais cruéis designações das maldades humanas. As turras com o aborto, isto é contrariando sua função natural e sagrada.
As riquezas naturais são incalculáveis, pelas suas estruturas com uma magnitude poderosa para a vida, material e espiritual. Para isto é necessário ter os elementos básicos, respaldados pela constituição, a lei dos homens, e os direitos naturais. São as regras e leis estabelecidas pela própria existência humana, a vida e seu designo.
A mulher é a primeira riqueza natural que o ser humano tem para poder se formar e criar, designados pelo Pai Criador Onipotente. Os fundamentalistas materialistas e incrédulos, não respeitam nem mesmo sua concepção, quanto mais os que estão sendo gerados. Esquecem-se do risco de aborto que poderiam ter sofrido, diante de suas ações de terroristas históricos, e suas desumanas idéias. Isto torna a Mulher, um objeto político, com valores materiais e desumanos, e vem de frente contra o propalado movimento feminista, pelos direitos a participar e disputar os espaços dominados até então somente pelos homens.. Este direito não pode ser alicerçado nas teorias obscuras dos abortistas, por que anulam as funções naturais e de crença das Mulheres.
Assim cabe a sociedade e as Nações, neste tempo em que os avanços sociais não podem permanecer só na letra da Lei, compor um ambiente capaz de honrar a vida e proteger sob todos os aspectos este instrumento do amor e vida que é a Mulher. As Leis dos Estados, não podem concorrer e superar, e nem mesmo anular, os direitos naturais e divinos desta criatura de Deus, a Mulher, que foi criada para ser a companheira e estar à guarda dos Homens exercendo a solidariedade, para o Amor e para a Vida. A companheira dos artífices desta era moderna representa antes de tudo o signo da família, da criação e dos direitos da vida e dos direitos políticos consagrados nas instituições mundiais como os Direitos Humanos, esta Mulher representa a evolução, humana e cultural, e é insubstituível, diante dos seus atributos naturais e sacros. Não serão as propaladas e programadas distorções dos fundamentalistas agnósticos, que deturparão a condição dos atributos confiados a Mulher, ela tem e sabe o que quer diante dos sábios saber de sua sacra e divina natureza.
Considerando aos mais afoitos com a era em que vivemos a negativa dos Governos em proteger a vida, atinge irreversivelmente a condição natural da Mulher. Governo (s) deste sistema imposto globalizado protege somente valores materiais, e o poder pelo poder. Esta Mulher está à mercê hoje, de políticas públicas discriminatórias e as propaladas leis que as protegem, deliberadamente não a protegem, na prática, e a quem a mulher está a gerar. Não passam estas de páginas do cotidiano dos desacordos governamentais permanentes, discriminatórios, em várias Nações. E estas muitas aprovam o aborto, como a liberdade, e não como o holocausto oficial proposto, pelos mateheusanos de plantão, nos dias atuais. Estes, abortistas, por certo gerados com amor, tanto é que atuam, mas persistem sob o magnetismo dos seus ideais psicóticos e incompreensíveis, pela irracionalidade de um despotismo cruel, somam somente o ódio e as discordâncias das vidas em questão.
Quem desprezou a condição natural à Mulher como Mãe, há anos atrás, parte hoje para programas para valorar suas Mães, como base para uma sociedade, que está sem renovação de valores humanos; isto é baixo índice de natalidade. Atormentam-se com suas práticas absurdas do passado vários países desenvolvidos, por não considerarem estes índices. Nenhuma Nação poderá ter o amor entre seus concidadãos se não considerar as crianças, frutos da condição sagrada das Mulheres. Novas gerações são os instrumentos de liberdade e desenvolvimento e segurança social das Nações. Para isto estas Mães são o sustentáculo e os alicerces de uma sociedade, tanto e quanto no demográfico índice para a sustentabilidade do ser humano, como em todas as áreas administrativas e sociais de uma Nação. Esta que por certo tem e poderá sempre ter a sua soberana e sua liberdade, criando suas novas gerações, desde o ventre até a honrada hora de sua formação e função, orgulho de uma Mãe; missão desta Mulher, perante os compromissos de sua comunidade e sua Nação.
A saúde pública depende dos resultados propalados pela vida, admitir a Mulher como instrumento de uma Pátria Livre, é dar-lhe todas as condições para sua participação na vida pública e privada, mas diante das suas condições de Mãe e das gerações em formação. A Lei tem que ser criadora e não esta Lei que está em debate para limitar a responsabilidade do Estado, com as Mulheres. Querem simplificar a vida pela agressão para com a Vida, isto é uma agressão a Mulher, e a humanidade. Tudo é possível, se legalizar diante da responsabilidade a considerar perante os conhecimentos da ciência e do saber humano. Mas não sacrificar estas Mulheres como máquinas do prazer e dos desleixos das políticas públicas dos demagogos que passam a ofender a vida com suas medidas simples e complementares resultado de suas maldades contra a humanidade.
Assegurar as Mulheres seus direitos político e sociais, diante de um Estado que invista na educação e que proporcione o bem estar das famílias, seria por certo o instrumento legal, para as mulheres poderem se programar para gerar e criar esta criatura de Deus que são as crianças. Como poderemos viver em paz se não acolhermos estas sagradas criaturas de Deus; as crianças e suas Mães. A mulher só poderá ter seus dias de glória, quanto ao gênero, e feliz quanto ao ser social, diante da valorização da vida. Esta sim será a sua libertação pela honra e pelo fato de ter do presente para o futuro, diante da defesa e de cumprir seu papel pela dignidade humana e pela sustentabilidade da criatura criada por Deus, como seu semelhante, isto é o ser humano, livre e sábio. As políticas ditas de esquerda, antagônicas ao conservador ou de direita, não poderão atropelar as regras da natureza e do valor do ser humano, diante dos atributos naturais e das dificuldades prementes desta conturbada fase que está vivendo a humanidade. Esta revolução cultural, não deveria atropelar a vida, a sustentabilidade do Planeta é dependente da sabedoria humana e do contínuo desenvolvimento social, entre as pessoas, as famílias e suas comunidades, sendo estas as cédulas máster para a liberdade dos cidadãos e de um Povo Livre, com suas crenças permitidas e direitos constitucionais consolidados e regulamentados............
“Com a Mulher, o compromisso com a Vida, e a contra partida, da sociedade, é assegurando e deliberando o seu lugar a luz do saber, juntamente com os seus direitos, para o bem da humanidade, com amor, paz e harmonia.”.
Em 4 de março de 2012.
Francisco Berta Canibal.
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